samedi, décembre 31, 2005

AS RAPOSAS PREFEREM VELHOS LOBOS.

Sem me retirar, retiro minhas palavras.
Sua reação não foi novidade pra mim
Era o que no fundo esperava, mesmo não querendo
E me espantaria se fosse ao contrário.
Lobos... velhos lobos nunca mudam e são todos iguais
Não sei porque ainda insisto neles.
Cordeiros me atraem
Mas não sou boa em coordenar pastos
Já tentei veados, camaleões, cobras, leões, bicho preguiça...
Mas ainda prefiro velhos lobos.

jeudi, décembre 29, 2005

Nossa comilança

Apaixonei-me por um beatnik do sorriso mais bonito da cidade;
Da sua boca macia, quente e lubrificada saem palavras fortes e seguras;
E é nela onde faço uma extraordinária viagem com os movimentos de sua frenética língua;
Seu jeito de caminhar... de me olhar... de enfiar...
Adoro ficar na cama desnuda ou vestida apenas com sua meia vermelha
Deitada babando em seu peito enquanto tentamos acordar;
Gastamos horas assim;
Inventando histórias e cantarolando músicas bregas;
Nem mesmo toda conseqüência de uma noite bem dormida,
Tiram o desejo pelo sexo um do outro;
E nas nossas tardes/manhãs ensolaradas ou cinzentas
Que sentimos o coração disparar, as pernas tremerem,
O suor percorrendo pelos corpos, a cavidade da vulva, o swing da pélvis
O grande e grosso apetitoso penetrando deliciosamente
E por fim jorrando seu liquido quente sobre meu corpo ou embebedando-me
Sim, estou apaixonada e tarada pelo beatnik
E disposta a enfrentar toda dor que caminha junto

dimanche, décembre 18, 2005

My One Desire

Sonhando e andando pelas ruas
O caminho é muito longo e vazio
Eu desejo nesta noite te encontrar
E dar beijos nos seus lábios em chamas

Todo meu tempo gasto em bares
Já não me faz sentir bem
E quando a noite acaba penso:
“Apenas queria estar com você”

Continuo sonhando e andando pelas ruas
O caminho segue como antes
Já tenho a certeza de que não vou te encontrar
E nos seus lábios em chamas beijos não vou dar.

Apenas por esta noite queria te amar...


Carta pra você
Lá fora a chuva é intensa e violenta
Minhas unhas já não são as mesma
Meu dvd pifou na melhor parte do filme
Tento dormir, mas não largo da lata de cerveja
O que fazer??????
Um gole...
E na tv nada consegue prender minha atenção
Hoje foi um dia de tensão
Juntou o bode mais o tesão
Volte logo, estou com saudades
Mais um gole
Paulo Ricardo... que bosta...
Volte logo, estou com saudades
Então fito o telefone
Ops, alguém mexeu no portão
Cigarro, cigarro, cigarro
Pigarro, pigarro, pigarro
Volte logo, estou com saudades.

dimanche, décembre 11, 2005

PIRULONA AZEDA SEM PÉ NEM CABEÇA EM DOIS ATOS.

1º ATO
COME FLY WITH ME, BABE
Não posso mais conter
É tão bom que nem consigo descrever
Você me faz bem
E agora o que mais quero
É poder lhe mostrar o quão sou melhor
Quando sou mais você
Então liberto-me dessa prisão
E permito-me sair do chão
Pra voar diretamente para os teus braços
Estes novos abraços serão melhores
Os beijos mais molhados e mais aguardados
Sempre verdadeiros.

2º ATO
MORRE O BURRO E FICA O HOMEM
E lá vem ele sempre no mesmo horário todos os dias;
Entediado, com um olhar melancólico;
Vivo a me perguntar porque os cachorros sempre latem,
E como ele não se cansa;
- “Cara, se ela não quer te ver, desista
Se ela te deixa com cara de “traquinas” parte pra outra
Ela não te merece...ela não merece ninguém
E passará a vida toda em busca de alguém
Se frustrando a cada dia, a cada beijo...
Você é desejado, você é maravilhoso
Muitas dariam a vida pra ter seu amor e seu respeito
E ela...
Sempre desperdiçará... Sempre perderá o que há de melhor nas pessoas”.


De que vale o céu azul e o sol sempre á brilhar!?


"You say goodbye and I say hello
Hello, hello
I don't know why you say goodbye
I say hello".



É assim que acontece... me querer apenas quando convém.

Mutante
Rita Lee
Juro que não vai doer
Se um dia eu roubar
O seu anel de brilhantes
Afinal de contas dei meu coração
E você pôs na estante
Como um troféu
No meio da bugiganga
Você me deixou de tanga
Ai de mim que sou romântica!

Kiss baby, kiss me baby, kiss me
Pena que você não me kiss
Não me suicidei por um triz
Ai de mim que sou assim!

Quando eu me sinto um pouco rejeitada
Me dá um nó na garganta
Choro até secar a alma de toda mágoa
Depois eu passo pra outra
Como mutante
No fundo sempre sozinho
Seguindo o meu caminho
Ai de mim que sou romântica!

Kiss baby, kiss me baby, kiss me
Pena que você não me kiss
Não me suicidei por um triz
Ai de mim que sou assim!

jeudi, décembre 01, 2005

Se você quiser...

Sem rodeios beije-me com seus beijos mágicos
Diga que me quer
Permita-me mostrar o caminho
Pra você, apenas pra você eu digo “sim”
Não consigo mais viver calada!!!!

Dear Prudence --> Siouxsie And The Banshees



Acha que se deva glorificar a bebida?
Não mais do que qualquer outra coisa...
Beber não é uma doença?
Respirar é uma doença.
(charles Bukowski)

mercredi, novembre 23, 2005

Macacaria num outro plano (Parte I)

Buááááááááá a noite inteira
Quarto – cozinha
Corredor – quarto
Apague a luz e esteja sempre atenta
A manhã logo chega
E ela diz não estar preparada
Buááááááá
A rotina é maçante
Com os olhos cansados e pintados de uma imensa olheira
Ela pára e olha para o nada
Pensa mas não consegue raciocinar
Mareja-se sem perceber
Assaduras, cólicas e inúmeras outras coisas
Buáááááááá
Perdera tudo que possuíra
Não aumente o volume do rádio!
Paciência... paciência... paciência...
Perca de privacidade para a vida inteira.

mardi, novembre 22, 2005

Love, Sexxx & Cuba Libre

Kubanacan te espera.
Danças, frutas, bebidas e uma anfitriã.
Seja bem-vindo ao paraíso, ele é todo seu!



“Eu fico pensando em nós dois
Cada um na sua, perdidos na cidade nua
Empapuçados de amor
Numa noite de verão
Ai! Que coisa boa!
À meia-luz, à sós , à toa
Caso sério
Ao som de um bolero
Dose dupla
Românticos de Cuba Libre
Misto-quente
Sanduíche de gente.”

samedi, novembre 19, 2005

Drive Like Lightning From Here To Eternity.

Observe a posição correta de acender e risque macio.
No relógio os ponteiros se cruzam e descruzam
Tão rápidos que não consigo acompanhá-los
Os dias se passam e vejo que a vida é rara
Isso me deixa descontrolada e frágil
A dependência me consome
E não há nada que me console
Sinto-te tão distante
Que chego a ter medo da solidão que nunca existira
Não quero-te como carros alegóricos
Furacão Katrina ou verão
Quero-te como as quatro estações
O dia e a noite.
Estaria eu blasfemando na madrugada quente!?



Saint-Exupéry ("O Pequeno Príncipe")
"Que quer dizer 'cativar'?
- (...)significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo aos teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas.
Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo."


Música da noite:
Do What --> Squirrel Nut Zippers

dimanche, novembre 13, 2005

Never Let Me Down

Poderia ter sorrisos,
Numa mesa de bar rodeada de amigos;
Mas esta noite quero me ausentar;
O vinho que era gelado, agora tornou-se quente;
Ainda tenho um maço de cigarros,
O suficiente para esta noite;
Uma calcinha no chão,
Na rádio minha música predileta se repete;
Seria uma noite de sorte!?
Seria sorte estar com você!?
Descontrole ou autocontrole?
Sinceramente não sei, não sei...
Nesta noite poderia sorrir;
Mas prefiro a disritmia do meu coração,
No silêncio da alcova.


Bonnie & Clyde

When all your faith is failing Call my name
When you've got nothing coming Call my name
I'll be strong for all it takes
I'll cover your head till the bad stuff breaks
I'll dance my little dance till it makes you smile
Shaking like this honey doing that
Never let you down.

vendredi, novembre 11, 2005

Os lobos

Subtamente a mandibula abriu-se, e a suculenta presa foi a chão.
A pelagem manchada, uma pata ferida. Seu lindo rosto felino não lhe deu o prazer de um último olhar, e com forças da própria natureza pos-se a correr.
O voraz lobo observa, foi sem dúvida sua melhor empreitada. O doce da tenra carne ainda saliva sua boca. Mas o alimento de seu instinto predador é o sabor da caçada. O jovem animal agora livre e quase fora de seu alcance é ainda mais atraente.
Sem dúvida sua musculatura de lobo e seus dentes afiados podiam capturar a apetitosa raposa quando quisesse. Ele observa seguro, deitado em seu território, ele observa.
A raposa cresce, e salta aos olhos da matilha. Sim, ele poderia te-la de volta quando quisesse, se outra mandíbula antes não o fizer. Agora armado às quatro fortes patas ele observa, e da matilha um filhote se arrisca. Ele mal sabe voar, mas ferida a jovem é presa fácil, e o desajeitado vira latas tem mais sorte do que merece. O velho lobo dispara no encalço, e imediato degladia o pelado filhote. Caninos brancos se cravam, e por um momento a raposa tem a opção. Ela conhece a força daquela bocarra, e sabe que o velho lobo vai machuca-la novamente.
Velhos lobos são difíceis de mudar.
Só se tornam mais velhos,
e mais lobos.

C.


Capa do wolfheart - moonspell


Ontem à noite
Ontem à noite, depois da sua partida definitiva, fui para aquela sala do rés-do-chão que dá para o parque, fui para ali onde fico sempre no mês de junho, esse mês que inaugura o Inverno. Tinha varrido a casa, tinha limpo tudo como se fosse antes do meu funeral. Estava tudo depurado de vida, isento, vazio de sinais, e depois disse para comigo: vou começar a escrever para me curar da mentira de um amor que acaba. Tinha lavado as minhas coisas, quatro coisas, estava tudo limpo, o meu corpo, o meu cabelo, a minha roupa, e também aquilo que encerrava o todo, o corpo e a roupa, estes quartos, esta casa, este parque. E depois comecei a escrever...
(Marguerite Duras)

Textos Secretos, Quetzal Editores, 1992 - Lisboa, Portugal tradução de Tereza Coelho.

mercredi, novembre 09, 2005

Isso nunca fez parte do meu show.

Para os espectadores sigo plácida;
A trama continua lentamente...
A platéia se encanta com minha força diante das situações difíceis,
Mas eles não sabem que na verdade estou prestes a minha própria destruição.


lundi, novembre 07, 2005

No meu ambiente imaginário, coisas boas acontecem...

São míseras trinta linhas,
E inúmeras idéias tentando escapar;
Sentimento que explode,
Um vulcão em erupção!
Confesso que isso é um tanto assustador;
Mas pouco a pouco descubro-te,
E te cubro com seu cobertor;
Posso sentir seu cheiro,
E cada parte do seu corpo;
A vontade torna-se freqüente...
Não quero mais procurar um desastre a cada dia;
Topo fome, pancada, tudo!
Menos traição.
I’LL BE TRUE TO YOU

vendredi, novembre 04, 2005

Luizinho e Seus Dinamites/Choque que Queima (Chopin' n' Changin')

(Samwell - Euclides)
Música que dá nome ao único Lp gravado pelo grupo Luizinho e seus Dinamites, vanguarda do rock carioca já nos anos cinqüenta, como The Blue Jeans Rockers. Integravam o grupo, além do exímio fabricante de guitarras Luizinho, os músicos Jair, José Antônio, Carlinhos e o guitarrista Euclides, um dos mais importantes da história do rock nacional, que depois também tocou com o The Pop's. Com excelente qualidade técnica, o Lp relançado em vinil pelo selo paulistano Bruno Discos é um marco da transição entre o rock instrumental e a Jovem Guarda.





QUERO MINHA FACA E SEU QUEIJO.

Esse assunto já se tornou complexo demais;
Sei de sua história, de seus anseios e dos seus medos;
Minha mente está tão confusa quanto a sua, babe;
E quando penso que já “tomamos a decisão”,
Eis que surgem mais obstáculos;
Então tentamos esquecer,
Fazendo piadas fora de hora apenas pra descontrair...
Na verdade, gostaria mesmo de estar no seu lugar, e você sabe;
Sem invejas, sem olho gordo...
A vida anda brincando conosco, não acha!?
É cômico... é trágico...
Então somo meus anos numa engraçada matemática
Sempre o mesmo cálculo e o mesmo resultado;
Rimos por horas;
Até consigo me divertir, mas depois me desespero;
Lembra-se daquelas mãos para o alto?
Então...
Desculpe-me, mas estou do lado do mais fraco;
Do lado do futuro próximo;
Talvez da vida fácil...
Assim já dizia Mick Jones e Joe Strummer:
A place you can kiss –to make lovers rock





Queremos correr atrás do tempo perdido, mas os dados já foram lançados.
A sorte passou por aqui, mas por um simples descuido perdemos...

Nos aprofundamos nas amarguras que a vida nos presenteia, queremos respostas pra tudo, e muitas vezes fechamos os olhos diante da verdade.
Erramos uma vez... e inesperadamente surgiu outra oportunidade, mas desperdiçamos...
Nos lamentamos... vivemos do passado e não damos importância ao presente.
E só no futuro quando estamos só, percebemos o quanto perdemos por insistir numa coisa que nunca existiu...

jeudi, novembre 03, 2005

"Não tem Rum".

Um reflexo de vida fez seu olho esquerdo entreabrir-se, efeito da sinapse chegando ao mal tratado cérebro para a tomada de decisão. "Vodca". Não era novidade. Najui tomava cuba libre nessa pocilga à mais de três anos, e nunca houve uma garrafa de rum. Lhe bastava a inércia do canto do balcão, observando a fumaça do seu cigarro sem filtro e mantendo-se longe de encrencas, que ultimamente o perseguiam. Ed não mantinha a mesma passividade, talvez por isso fosse conhecido como Dead. Bronco, burro e mal intencionado, tem apenas dois chips em seu miolo mole, e cento e vinte quilos de banha, músculo e estupidez. Sabiam-se ali todos as noites, mas isso não importa no underground. Frank manteve o bar de seu pai, Polaco, desertor da guerra de 45, e não tem mais ninguém no mundo para faze-lo após sua morte, em cinco ou seis anos no máximo. Se vira do jeito que pode, principalmente mantendo o bico fechado. Nem todos os trâmites ilícitos de Kosovo são feitos aqui, só os piores. Um impacto seco e metálico irrompe de subto, e um junk desmonta no chão. O Careca não enxerga nada bem, sequelas da adolescência, mas sua bengala de pé-de-mesa é certeira. Montanha arrasta o corpo para respirar a neve lá fora. Amanhã ele estará aqui novamente.

By Carlão Brando

Compositor, escritor, pintor, fazedor de vitamina nas manhãs de pura ressaca, um grande e querido amigo.

mardi, novembre 01, 2005

Nada melhor do que não fazer nada, só pra deitar e rolar com você.

Tudo fora do ritmo;
Não vejo a hora do beijo e do forte abraço;
Adoro estar contigo em dias cinzentos;
Na noite passada dormi bem;
Como é bom ouvir sua voz...




FROM THE BIG CITY...
Manhã fria de outono, a vida lá fora urge e brada sua existência.
Aquém de minha realidade, paralelos às minhas necessidades, apressados seres correm sem por que.
Do conforto de meu mundo crio mentalmente o cenário desta manhã de meio dia. Imagino os carros, imagino rostos, imagino... Imagino. Para onde vão esses rostos fechados, o q os espera com tanta pressa, o q pode ser tão bom? Pergunto a mim mesma o que é mais importante q esta cama, que este calor, q esta preguiça. Totalmente nua sob a fina e surrada camiseta suada, suada, é pena, devido ao grosso e pesado cobertor, que roça agora minhas nádegas salientes, o q me traz tbem fragmentos de um sonho. A lembrança saliva minha boca, aquece meu corpo, e enrijece os bicos de meus peitos, salientando-os sob a camiseta molhada.
Em ação espontânea me coloco em posição fetal, movimentando lentamente minhas coxas, grossas e torneadas, sentindo a musculatura, e o calor de minha vagina aumentando. Em poucos segundos já estava molhada e inchada, e a lubrificação me trás a sensação gostosa do deslizar dos lábios um sobre o outro, massageando o clitóris que se avoluma e foge. Cada vez mais quente, o movimento de minhas pernas afasta o pesado cobertor, expondo aos raios vigorosos do sol que invade a janela, minha redonda, lisa e gostosa bunda. Vejo seu reflexo no espelho, e comprimindo meus joelhos em direção ao abdômen, posso ver a tênue penugem de minha bocetinha, continuando a divisão das nádegas, como a entrada de uma selva deliciosa.
Percebo minhas mãos por dentro de minha camiseta, acariciando meus peitos, contornando e apertando devagar entre os dedos, os duros bicos q se projetam. A camiseta que se ergue até os ombros, revela agora o brilho suado de minhas grandes tetas suculentas, deixando à vista aureolas rosadas, por onde passo o indicador, e sinto suas saliências. Algumas bolinhas como pequenas espinhas, e o brilho de finos e prateados pelos invisíveis refletem o sol. Vejo meus bicos, grandes e perfeitos, quase que pulando para dento de minha boca, tentando escapar de minhas caricias, e oferecendo uma resistência gostosa que o empurra para cima e para baixo na macia faixa de pele alva, marcada pelo ínfimo biquíni. Totalmente molhada, alcanço os dois mamilos com a mão esquerda, enquanto a direita desliza constante e precisa por meu dorso, minha fina cintura, a curva côncava de meus quadris, acompanhando com o dedo médio sobre a tenra pele da virilha, a dobra que a separa da coxa, chegando à sedosa nádega direita, vastamente iluminada pelo Sol. Sua maciez me excita, e percebo o calor subindo de entre as pernas, como que um vulcão na iminência de uma erupção de prazer. O hálito morno puxa minha mão para trás, contornando e descendo a arredondada bunda, até encontrar a outra nádega, definida agora por dois dedos de cada lado, do vil e enorme dedo médio que analisa as pregas onduladas do meu cuzinho. Sinto o suor escorrendo entre meus peitos, molhando minha mão que ainda afaga as grandes e carnudas tetas de bicos duros como um pau, enquanto o vapor sobe da cheirosa bocetinha, que agora pulsa de tesão, e me arrasta para uma incursão de prazer, deslizando para entre as pernas, e voltando para entre as nádegas, no pequeno curso entre as duas entradas onde poucos membros já tocaram. A densa secreção de minha vagina, que lubrifica meu corpo e facilita a penetração da primeira falange de meu dedo no apertado cuzinho, explode um cheiro ocre de sexo por todo quarto fechado. Em peristáltica reação meu dedo retorna, e desliza para entre os lábios carnudos que o devoram, e volta, escorregando entre eles para tocar levemente o clitóris em chamas. Recuo e nova investida para dentro da vagina agora leva dois dedos, onde ambos penetram sem resistência, dançando e sentindo os contornos deliciosamente quentes de suas paredes. O polegar encontra surpreso a entrada lúbrica do ânus, começando um massagear delicado, imitando uma pinça opositora aos dedos de dentro da vagina. Louca de prazer arranco violenta a blusa molhada, e de joelhos na cama me exponho à procura de um expectador. Do outro lado da rua uma mulher me observa, sentada ao lado de seu provável companheiro, concentrado na leitura, ela flagra discreta meus peitos expostos, e nitidamente excitada não consegue desviar o olhar.
Sua cumplicidade aquece ainda mais meu corpo, minhas pernas amolecem, e minha mão vem à boca. Meus cabelos molhados grudam e cobrem meus peitos, mas os afasto com as mãos, mostrando minhas aureolas rosadas. Levo minha mão esquerda para a boca, e começo a chupar meus dedos, enquanto a direita desce nitidamente para o sexo. Salivando de prazer tiro a mão de minha boca, ainda seguida por minha língua, e levo meus dedos a delicada caricia o redor de meus mamilos, alisando ao mesmo tempo meu clitóris, e deslizando a mão direita para dentro e fora da vagina prestes a explodir em gozo. Perceber a garota colocando a mão entre as pernas me levou ao clímax, e em convulsões comecei a gozar em minha mão, levando a secreção aos peitos, e lambuzando-os com tesão insano levei a outra mão a boceta, buscando mais lubrificação, e espalhando por todo meu rosto, peitos e boca. O aroma sexual tomou conta de minha mente, e me vi em pé sobre a cama, apoiada com os joelhos na parede, me masturbando com olhos fixos em meu voyeur, o rosto apoiado na vidraça, e os peitos lambuzados molhavam o vidro fechado e aquecido pelo Sol, que queimava todo meu corpo nu. De um sobressalto me apoiei no parapeito baixo, com as pernas bambas gozei deliciosamente, lambuzada de suor e tesão, derretendo mole de volta à cama macia, acariciando levemente meu sexo exausto e quente, e meus mamilos macios, cansados e saciados.

By Carlão Brando

lundi, octobre 31, 2005

Quero não te querer

Sem que eu percebesse,
Lágrimas de meus olhos transbordaram;
Por mim ou por você?
Isso não é bom!
Estou perdida,
Não sei o que se passa em meu coração;
Já não sei quais são meus desejos;
Se lutar por você vale a pena...
Penso em seguir sozinha
Mas até quando fugir de mim mesmo?
Gostaria de estar com você;
De que estivesse apenas comigo;
Que nas manhãs chuvosas ou ensolaradas,
Me beijasse antes de ir ao trabalho;
Em nossa casa... a fachada decorada de pastilhas azuis;
Móveis antigos, quadros, vinho, discos e vídeos.
Gastar horas conversando, tomando café, fumando e ouvindo Dylan;
Tudo com você.

Love (Klimt, Gustav)

Ooh hey
"I'm trying to decide
Which way to go
I think I made a wrong turn back there somewhere
Didn't cha know, didn't cha know
Tried to move but I lost my way
Didn't cha know, didn't cha know
Stopped to watch my emotions sway
Didn't cha know, didn't cha know
Knew the toll, but I would not pay
Didn't cha know, didn't cha know
Cause you never know where the cards may lay."

dimanche, octobre 30, 2005

Álcool ou Gasolina?

Super-sono Ney Matogrosso
Seria grosso!?
Super-sono usa meia branca
Meia branca me agrada
Super-sono é tímido
Tímidos não me agrada
Super-sono fitou fitou fitou...
A espera foi longa
Super-sono jogou um sorriso pra trás
Ganhei a noite!
E eu...
Acabei sentada no canto esperando a hora passar.


Image:Bill Brandt

vendredi, octobre 28, 2005

Sunset Boulevard (Crepúsculo dos Deuses)

No início um crime é cometido e uma voz em off começa a narrar que tudo começou quando Joe Gillis (William Holden), um roteirista fugindo de representantes de uma financeira que tentava recuperar o carro por falta de pagamento e se refugia em uma decadente mansão, cuja proprietária, Norma Desmond (Gloria Swanson), era uma estrela do cinema mudo. Quando Norma tem conhecimento que Joe é roteirista, contrata-o para revisar o roteiro de Salomé, que marcaria o seu retorno às telas. O roteiro era insuportável, mas o pagamento era bom e ele não tinha o que fazer. No entanto, o que o destino lhe reservava não seria nada agradável.

Curiosidades
- O ator Montgomery Cliff chegou a assinar contrato para interpretar Joe Chillis em Crepúsculo dos Deuses, mas resolveu por rescindi-lo apenas duas semanas antes do início das filmagens.

- Após a desistência de Montgomery Cliff, o diretor Billy Wilder convidou Fred MacMurray para interpretar o personagem, mas este recusou o papel.

- A personagem Norma Desmond chegou a ser oferecida para Mae West, Mary Pickford e Pola Negri, antes da atriz Gloria Swanson ficar com o papel.

- O filme que Joe e Norma assistem em uma sala privada é Queen Kelly (1929), que ainda não havia sido lançado comercialmente nos cinemas americanos e havia sido dirigido por Erich von Stroheim, que também atua em Crepúsculo dos Deuses.

- Na versão inicial do roteiro de Crepúsculo dos Deuses o nome do personagem Joe Gillis era Dan.

- Crepúsculo dos Deuses foi o último filme produzido por um grande estúdio de Hollywood a ser realizado com negativos de emulsão de nitrato.

EU AMO ESSE FILME!!!!!
O melhor filme que já assisti, que conta com Edith Head (uma das melhores figurinistas de todos os tempos e da Paramount).
Recomendo assistir Sunset Boulevard (do Billy Wilder) na madrugada...dá mais emoção!!!

jeudi, octobre 27, 2005

TUDO POR UM BOM DIA...

Abri meus olhos;
Ufa! A paz...
Meu cabelo resolveu ficar bonito hoje;
Estava pronta pra enfrentar o dia,
Decidida a fazer coisas que deveria ter feito a tempos;
Mas bastou Sugar Kane entrar em meus ouvidos pra tudo mudar...
Why my candy baby?????




Pic By Jean Loup Sieff (um dos meus fotógrafos prediletos)

mercredi, octobre 26, 2005

ONE MORE CUP OF COFFEE

Romantic in two acts...
De 78 para 33 rotações bruscamente.
É assim que Ela leva sua vida sempre.
Seria defeito de fabricação?
Ou o tempo que a desgastou demais?

“Ouvindo Dylan (sempre), fumando um cigarro, tomando café e pensando na vida...”

dimanche, octobre 23, 2005

Cocóricóóóóóóó

Hoje o Galo cantou!!!
Me enfeitiçando com sua crista carnuda e suas asas curtas e largas.



Thorn In My Pride
Black Crowes

Wake me when the day breaks
show me how the sun shines
tell me 'bout your heartache, who could be so unkind
do you dream to touch me?
and smile down deep inside...
or could you just kill me?
hey..it's hard to make up your mind sometimes

my angels, my devils...thorn in my pride

are you wanting inspiration?
you spill your secrets on me
then you tell me with a whisper..of things that will never be
do you hear me breathing?
does it make you want to scream..
did you ever like a bad dream?
yeah...sometimes life is obscene

my angels, my devils, thorn in my pride

lover, cover me with your sleep
let your love light shine, let it shine
lover, cover me with a good dream
oh let your love light...let your love light shine

oh oh....
all I wanna know...do you ever want to let it shine
do you ever want to let it shine
your love light...your love light...now listen
lover, cover me with your sleep
let your love light shine, let it shine...

Um dos melhores dançarinos de todos os tempos, Chris Robinson!

samedi, octobre 22, 2005

BOLO DA SEMANA...

...Estava gostoso.
Doce, molhado e bem recheado.
Matei a minha fome.

A chuva não conseguiu me deter!
Bebedeira, Rock’N’Roll e diversão era tudo que eu precisava.
Parecia show, com iluminação especial, fãs e tudo mais...
Gravamos mas esquecemos de pegar a fitinha.


Dá licença que hoje é dia de enfiar o pé na jaca com as amigas!!!!

vendredi, octobre 21, 2005

Os amantes embriagados na alcova...

Deitados defronte um para o outro
Ela com seus pequeninos olhos vermelhos transbordando lágrimas e soluçando
Disse com toda certeza:
-Quero ser sua Yoko Ono.
E ele com um olhar doce apenas sorriu e a beijou...

mercredi, octobre 19, 2005

DIÁRIO DA HEROÍNA
Desculpe-me Perdida...
Por sempre indicar passos largos em caminhos curtos

Por tirar sua visão na calada da noite te sufocando com a escuridão

Por surrupiar sua caneta fazendo-a desperdiçar palavras
Desculpe-me Perdida...

Pelo egoísmo que a deixa afobada, desnorteada...
Pela impulsividade nos momentos que exigem calma

Ou quando tapo seus ouvidos na hora de escutar a verdade

Por deixar-te iludir com as mentiras que sempre criara para aliviar as dores

Por arrancar de sua mão o copo de cerveja e dizer que logo devolverei (e da melhor)

Desculpe-me Perdid
a...
Por faltar com a amizade, cumplicidade, fidelidade, respeito e o amor
Desculpe-me por sempre atrapalhar sua vida.

"O espírito humano está exposto às mais surpreendentes injunções. De maneira incessante, ele tem medo de si mesmo. Seus movimentos eróticos o aterrorizam."
Georges Bataille (1897-1962), ensaio O EROTISMO (1957)

sem mais...

mardi, octobre 18, 2005

“I WANT SOMEBODY TO WALK UP BEHIND ME,
AND KISS ME ON MY NECK AND BREATHE ON MY NECK,
BREATHE LOVE IN MY AIR...”




Exercício de identificação de desejos.
Como disse meu analista, eu gosto dos meus momentos de “namoro” com ele, e quero que esses momentos sejam mais freqüentes.

Essa é a base de tudo.

Bom, daí se originam outros desejos.

Eu quero que ele sinta a mesma coisa. Eu quero que ele sinta a minha falta.

Eu quero que ele me procure amanhã.

Eu quero que ele descubra que também está “apaixonado” por mim (não resisti a colocar entre aspas, depois de tudo o que já refleti sobre o sentido dessa palavra).

Eu não quero que ele insista no fato de que não está “apaixonado” por mim.

Eu não quero que ele se encante por outra.

Mas, se ele não está “apaixonado”, isso pode acontecer, não?

Eu quero que ele veja o quanto eu sou ótima pra ele, o quanto ele poderia ter de prazer ao meu lado.

Eu quero que ele pense em mim sempre.

Eu quero que todas as explicações racionais se fodam.

Eu quero extravasar o meu tesão por ele sempre que tiver vontade.

Eu quero dormir abraçada com ele nesta primavera (original: inverno).

Eu quero fazer uma comidinha gostosa pra gente comer nos intervalos entre as transas.

Eu quero não ter mais que sofrer por sentir essa porra que eu tô sentindo, caralho.

(Nada disso é racional, nada disso é elaborado, nada disso precisa ter um motivo, e tudo o que se refere ao desejo dele provavelmente não vai acontecer.)

By Tuca Borba

Sorry amiga, não resisti e “copiei e colei” o seu exercício de identificação de desejos, mas foram apenas os que estou sentindo atualmente...



“I love myself I want you to love me
When I feel down I want you above me
I search myself I want you to find me
I forgive myself I want you to remind me
I don't want anybody else
When I think about you I touch myself.”

lundi, octobre 17, 2005

A VIDA É UMA ILUSÃO, O AMOR UM SONHO.

Suscitar, eis a questão...
A Paixão está do lado de fora
Batendo insistentemente na porta
Finjo não escutá-la
Ligo o rádio no volume máximo
Me desespero...
Diante da porta, de um lado pro outro
Abro um livro e tento ler
Paro e aproximo-me do olho mágico
Fito a Paixão
E posso lhes dizer que ela é encantadora... sedutora...fatal...letal...
Aos berros peço a ela que vá
E ela com toda calma apenas sorri
Sei que deixando ela se instalar irei a loucura
Boa ou ruim... não sei
Ultimamente os fantasmas rondam a cidade
Em busca de fracos amantes
Para fazer deles marionetes
Então lembro-me das fantasias que vesti
Das músicas que no baile dancei
Das bebidas, dos sorrisos, dos elogios
E lembro-me também
Delas se desfazendo aos poucos
Os pontos soltando, os stras caindo
O salto quebrando e a maquilagem borrando
E apenas aquela voz em meu ouvido sussurrando:
Mais uma vez, este é o fim de uma longa trilha.


Help, I need somebody,
Help, not just anybody,
Help, you know I need someone, help!
1...2...
Não...sim...
Sim, não, não, sim,
Não, sim, sim, não
Sim, não, sim, não
Ahhhhhhhhhhhhh, quero 3!

“Kings of Convenience” é agradabilíssimo...


C'mon Billy"
(PJ Harvey)
C'mon billy
Come to me
You know I'm waiting
I love you endlessly

C'mon billy
You're the only one
Don't you think it's time now
You met your only son

I remember
Lover's play
The corn was golden
We lay in it for days

I remember
The things you said
My little billy,
Come to your lover's bed

Come home
Is my plea
Your home now is
Here with me
Come home
To your son
Tomorrow might never come

C'mon billy
You look good to me
How many nights now
Your child inside of...

Don't forget me
I had your son
Damn thing went crazy
But I swear you're the only one

Come alone, billy, come to me

samedi, octobre 15, 2005

FA MOLTO FREDDO...UNA BIRRA!!!!

PANDEMÔNIO
Seu coração era tão vazio quanto a garrafa;
Sua vida não passava de ficção;
Ela sonhava com flores e o Sátiro;
E num festim já enlouquecida,
Brincava com suas mãos;
Ela dizia que a mesma boca que beija cospe;
Sempre balançando seu rabo enquanto ascendia o cigarro...
Na vitrola Tom Waits rolava,
O corpo desnudo, em seus pés um belo par de sapatos, no rosto olhar diabólico...
Bang bang!
A noite estava começando...


P.S.: O tempo passou...
Com a garrafa novamente cheia, agora ela tem um maço de cigarro!
Sátiro tornou-se passado.
Mi scusi....arrivederci...





INTERLAGOS
O primeiro carro esporte fabricado no Brasil, foram produzidos poucas unidades pois era fabricado sob prévia encomenda à fabrica.
Apresentado ao público pela primeira vez no II salão do automóvel (1962), chamado pela Willys de WOB, produzido em três versões: · Conversível · Cupê · Berlinette (Carroceira fechada).

Interlagos - versão do Alpine da Renaut.
A concepção do Interlagos muito se assemelhava à dos carros "esportes" mais famoso, desde o Porsche até a Ferrari: estrutura rígida e leve, rodas com suspensão independentes e motor traseiro.


ALGUNS DADOS TÉCNICOS:
4 tipos de motor de quatro cilindros em linha , à escolher : · 40HP/845cc, · 50HP/904cc, · 56HP/998cc · 70HP e 998cc (versões de competição).
Velocidade máxima até 170Km/hora, comprimento 3,70m; altura 1,45m; bitola dianteira 1,25m; traseira 1,22m. Carroceria em fibra de vidro estratificada e resina de poliestireno. Caixa de marchas de 4 velocidades.
Muito utilizado em competições - Provas de velocidade e arrancada - eram imbativeis em sua categoria.

DAUPHINE – GORDINI
Apesar de largamente difundido na Europa e mesmo nos EUA que importavam 380 unidades por dia, o Renault Dauphine só veio a ser conhecido entre nós após sua naturalização como brasileiro. Isto ocorreu em outubro de 1959 quando a Willys Overland do Brasil começou a produzí-lo, já com um elevado índice de nacionalização, lançando como Dauphine 1960.
O Dauphine representava uma feliz transição entre o Renault 4c, o menor e mais popular automóvel da Régie Renault, e o Frágate seu maior e mais luxuoso modelo. Foi criado na França em 1951 como sendo um veículo econômico, popular, confortável, rápido e principalmente barato.
Em março de 1959, a Willys do Brasil anunciou a produção do Dauphine com um investimento de 12 milhões de dólares (sob licença da Renault). Mecanicamente o Dauphine era uma evolução do 4cv, que foi projetado antes da guerra por Fernand Picard, Esteticamente herdou a linha do Frégate que é um modelo 1951. A ausência da grade frontal (seu motor era traseiro) passava despercebida, disfarçada pela forma central do pára-choque, que emoldura o compartimento do estepe. Os reforços do para choque foi adotado apenas no modelo brasileiro.
Posteriormente foi lançado o Gordini em 1962, era idêntico ao Dauphine, porem a mecânica o distinguia. Um novo motor, nova caixa de mudanças com 4 marchas deram como resultado um novo carro que recebeu o nome de Gordini em homenagem ao seu criador: Amedeo Gordini, famoso projetista de carros de competição. Era uma versão de luxo do Dauphine. Ambos eram veículos para transporte de passageiros, sedam quatro portas, com motor traseiro, Carroçaria integrada ao chassi (monobloco). Em 1965 foi lançado o Gordini II mais potente e econômico. Em 1967 o Gordini III com várias inovações, motor novo, freios a disco nas rodas dianteiras e novo acabamento. O Gordini era muito usado em provas de competição - a Willys mantinha uma equipe de Pilotos profissionais - onde sempre venciam as provas.


Gostaria muito de inserir imagem, pois essas complementariam o texto. Mas não adianta, não aparece o lance pra mim. Se realmente te interessa, digite no google ou qualquer outro site de busca...
Textos extraídos do site:
http://www.angelfire.com

vendredi, octobre 14, 2005

Que Calor!!!!!!!!

Nostalgia e o Sátiro
Enquanto deixava tudo pra trás
Não havia se quer alguma sensação
A estrada era longa e escura, porém belíssima
Mas expectativas abasteciam sua mente suja
Noites e dias anormais, com pessoas normais
A presença de Sátiro já era mínima
Onde se esconderam as doces e ardentes lembranças?
Debaixo da pedra do observatório?
Talvez nem estivesse por perto
Um...dois...três noites frias
Corpo frio que continuava frio, cada vez mais gelado
Boca seca, olhos sem brilho
Não, ela não estava triste
Reencontros e encontros
No balcão, o rosto era diferente
No meio das vozes que se misturavam
Lá estava ela, linda e se misturando
Sorrisos, confissões desnecessárias, bebidas, tabaco
Uma gentileza, uma cerveja
Um gesto carinhoso e malicioso, o ciúmes
Doce vingança!
Ela ganhou sem jogar
E o inesperado aconteceu
Seus sentimentos fugiam lentamente e discretamente
Foram como vieram...
E na última noite o desprezo dela, o deixava embaraçado
Sem saber o que fazer, deixou o inferno aveludado desnorteado
E o sol logo deu bom dia, e com ele trouxe a melancolia
Que não se esqueceu da “That Joke Isn’t Funny Anymore”
Na qual foi trilha de suas palavras tremidas e perdidas
Mas Sátiro em seus pensamentos voltou
Top Top
Vida de cahorro
Logo,
Sexo sem Sátiro não era sexo
Beijos que não vinham dos lábios de Sátiro não eram beijos
Uma boa conversa de tirar o fôlego?
...
Sátiro, Sátiro, Sátiro, Sátiro

The Queen is dead!

lundi, octobre 10, 2005

...

Do you dream to touch me?
E a cena se repetia...
Minhas unhas vermelhas continuavam a se afogar naquele copo de whisky, mexendo o gelo em movimentos circulares agonizantes.
Com minhas pernas cruzadas, não perdia se quer um olhar.
Mas ali continuava.
Sentada e esperando por alguém.
Ainda com o coração em paz, podia sentir que aquele em breve iria chegar.
E quase que distraída ainda mexendo o gelo em movimentos circulares agonizantes, vi você pela porta entrar.
E durante todo esse tempo você estava tão perto, mas com o coração machucado não podia te enxergar.
E agora posso lhe confessar que com minha cabeça confusa, estava PERDIDA até te encontrar.
Foram conversas, risadas e beijos naquela mesa de bar.
Logo percebi que um mês já vinha a se passar.
Carinho, respeito...paixão!
Paixão que com mais muitos outros meses que iremos passar, se tornará em um grande amor.
E QUE VENHA O AMOR!
E QUE VENHA VOCÊ!
Porém, sei que talvez você não fique pra sempre.
Mas posso Ter a certeza de que boas lembranças ao seu lado terei e que guardarei comigo eternamente.

*Fiz pra dois amigos que passaram na minha vida...

dimanche, octobre 09, 2005

Quero Summertime Cowboy

A madrugada está acabando
Coca Cola e Lucky Strike
A alegria vem das coisas mais simples...
"We would be together, Lovers forever, Care for each other."



Dica de banda/cd e afins:

Country Falls (2004)- Husky Rescue

Primeiro disco dos finlandeses do Husky Rescue, lançado pelo selo Catskills Records todos tem que ouvir “Summertime Cowboy”, que é uma canção muito deliciosa de se ouvir e o vídeo é muito lindo!!!!

http://www.catskillsrecords.com/videos/cowboy/cowboy-medium.html


Site oficial: http://www.husky-rescue.com/husky.html

samedi, octobre 08, 2005

Mia perdida... O RETORNO.

O REMÉDIO
E quando o amor se torna um grande problema
Encontramos intrigas banais em tudo que vemos
O que era simples até dias atrás
Torna-se difícil
Sofremos o bastante e pedimos por ajuda
As portas se fecham e apenas encontramos a escuridão
Provocações que nos atingem e nos afligem
Para os males presenteado pela vida
Falsas cápsulas com curas instantâneas
A dor passa, mas logo volta
Intensamente, loucamente
Por onde anda aquela pessoa
Que durante um longo tempo tentava ser alegre
O sorriso estampado no rosto já está amarelo
Os olhos brilhantes, agora vermelhos
Entre seus lábios sempre há névoa
Em suas mãos o líquido escorre
E percorre diariamente para o alívio
Já não há falsas cápsulas para a cura instantânea
A dor não mais se ausenta
Tornando-o fraco cada vez mais
Intensamente e loucamente


Numa noite de insônia surge...
Cartas jamais lidas, confissões, música, cinema...
E lá vamos nós! –mais uma vez-
Espero que dessa vez eu consiga inserir imagens.