vendredi, octobre 14, 2005

Que Calor!!!!!!!!

Nostalgia e o Sátiro
Enquanto deixava tudo pra trás
Não havia se quer alguma sensação
A estrada era longa e escura, porém belíssima
Mas expectativas abasteciam sua mente suja
Noites e dias anormais, com pessoas normais
A presença de Sátiro já era mínima
Onde se esconderam as doces e ardentes lembranças?
Debaixo da pedra do observatório?
Talvez nem estivesse por perto
Um...dois...três noites frias
Corpo frio que continuava frio, cada vez mais gelado
Boca seca, olhos sem brilho
Não, ela não estava triste
Reencontros e encontros
No balcão, o rosto era diferente
No meio das vozes que se misturavam
Lá estava ela, linda e se misturando
Sorrisos, confissões desnecessárias, bebidas, tabaco
Uma gentileza, uma cerveja
Um gesto carinhoso e malicioso, o ciúmes
Doce vingança!
Ela ganhou sem jogar
E o inesperado aconteceu
Seus sentimentos fugiam lentamente e discretamente
Foram como vieram...
E na última noite o desprezo dela, o deixava embaraçado
Sem saber o que fazer, deixou o inferno aveludado desnorteado
E o sol logo deu bom dia, e com ele trouxe a melancolia
Que não se esqueceu da “That Joke Isn’t Funny Anymore”
Na qual foi trilha de suas palavras tremidas e perdidas
Mas Sátiro em seus pensamentos voltou
Top Top
Vida de cahorro
Logo,
Sexo sem Sátiro não era sexo
Beijos que não vinham dos lábios de Sátiro não eram beijos
Uma boa conversa de tirar o fôlego?
...
Sátiro, Sátiro, Sátiro, Sátiro

The Queen is dead!