mardi, novembre 01, 2005

Nada melhor do que não fazer nada, só pra deitar e rolar com você.

Tudo fora do ritmo;
Não vejo a hora do beijo e do forte abraço;
Adoro estar contigo em dias cinzentos;
Na noite passada dormi bem;
Como é bom ouvir sua voz...




FROM THE BIG CITY...
Manhã fria de outono, a vida lá fora urge e brada sua existência.
Aquém de minha realidade, paralelos às minhas necessidades, apressados seres correm sem por que.
Do conforto de meu mundo crio mentalmente o cenário desta manhã de meio dia. Imagino os carros, imagino rostos, imagino... Imagino. Para onde vão esses rostos fechados, o q os espera com tanta pressa, o q pode ser tão bom? Pergunto a mim mesma o que é mais importante q esta cama, que este calor, q esta preguiça. Totalmente nua sob a fina e surrada camiseta suada, suada, é pena, devido ao grosso e pesado cobertor, que roça agora minhas nádegas salientes, o q me traz tbem fragmentos de um sonho. A lembrança saliva minha boca, aquece meu corpo, e enrijece os bicos de meus peitos, salientando-os sob a camiseta molhada.
Em ação espontânea me coloco em posição fetal, movimentando lentamente minhas coxas, grossas e torneadas, sentindo a musculatura, e o calor de minha vagina aumentando. Em poucos segundos já estava molhada e inchada, e a lubrificação me trás a sensação gostosa do deslizar dos lábios um sobre o outro, massageando o clitóris que se avoluma e foge. Cada vez mais quente, o movimento de minhas pernas afasta o pesado cobertor, expondo aos raios vigorosos do sol que invade a janela, minha redonda, lisa e gostosa bunda. Vejo seu reflexo no espelho, e comprimindo meus joelhos em direção ao abdômen, posso ver a tênue penugem de minha bocetinha, continuando a divisão das nádegas, como a entrada de uma selva deliciosa.
Percebo minhas mãos por dentro de minha camiseta, acariciando meus peitos, contornando e apertando devagar entre os dedos, os duros bicos q se projetam. A camiseta que se ergue até os ombros, revela agora o brilho suado de minhas grandes tetas suculentas, deixando à vista aureolas rosadas, por onde passo o indicador, e sinto suas saliências. Algumas bolinhas como pequenas espinhas, e o brilho de finos e prateados pelos invisíveis refletem o sol. Vejo meus bicos, grandes e perfeitos, quase que pulando para dento de minha boca, tentando escapar de minhas caricias, e oferecendo uma resistência gostosa que o empurra para cima e para baixo na macia faixa de pele alva, marcada pelo ínfimo biquíni. Totalmente molhada, alcanço os dois mamilos com a mão esquerda, enquanto a direita desliza constante e precisa por meu dorso, minha fina cintura, a curva côncava de meus quadris, acompanhando com o dedo médio sobre a tenra pele da virilha, a dobra que a separa da coxa, chegando à sedosa nádega direita, vastamente iluminada pelo Sol. Sua maciez me excita, e percebo o calor subindo de entre as pernas, como que um vulcão na iminência de uma erupção de prazer. O hálito morno puxa minha mão para trás, contornando e descendo a arredondada bunda, até encontrar a outra nádega, definida agora por dois dedos de cada lado, do vil e enorme dedo médio que analisa as pregas onduladas do meu cuzinho. Sinto o suor escorrendo entre meus peitos, molhando minha mão que ainda afaga as grandes e carnudas tetas de bicos duros como um pau, enquanto o vapor sobe da cheirosa bocetinha, que agora pulsa de tesão, e me arrasta para uma incursão de prazer, deslizando para entre as pernas, e voltando para entre as nádegas, no pequeno curso entre as duas entradas onde poucos membros já tocaram. A densa secreção de minha vagina, que lubrifica meu corpo e facilita a penetração da primeira falange de meu dedo no apertado cuzinho, explode um cheiro ocre de sexo por todo quarto fechado. Em peristáltica reação meu dedo retorna, e desliza para entre os lábios carnudos que o devoram, e volta, escorregando entre eles para tocar levemente o clitóris em chamas. Recuo e nova investida para dentro da vagina agora leva dois dedos, onde ambos penetram sem resistência, dançando e sentindo os contornos deliciosamente quentes de suas paredes. O polegar encontra surpreso a entrada lúbrica do ânus, começando um massagear delicado, imitando uma pinça opositora aos dedos de dentro da vagina. Louca de prazer arranco violenta a blusa molhada, e de joelhos na cama me exponho à procura de um expectador. Do outro lado da rua uma mulher me observa, sentada ao lado de seu provável companheiro, concentrado na leitura, ela flagra discreta meus peitos expostos, e nitidamente excitada não consegue desviar o olhar.
Sua cumplicidade aquece ainda mais meu corpo, minhas pernas amolecem, e minha mão vem à boca. Meus cabelos molhados grudam e cobrem meus peitos, mas os afasto com as mãos, mostrando minhas aureolas rosadas. Levo minha mão esquerda para a boca, e começo a chupar meus dedos, enquanto a direita desce nitidamente para o sexo. Salivando de prazer tiro a mão de minha boca, ainda seguida por minha língua, e levo meus dedos a delicada caricia o redor de meus mamilos, alisando ao mesmo tempo meu clitóris, e deslizando a mão direita para dentro e fora da vagina prestes a explodir em gozo. Perceber a garota colocando a mão entre as pernas me levou ao clímax, e em convulsões comecei a gozar em minha mão, levando a secreção aos peitos, e lambuzando-os com tesão insano levei a outra mão a boceta, buscando mais lubrificação, e espalhando por todo meu rosto, peitos e boca. O aroma sexual tomou conta de minha mente, e me vi em pé sobre a cama, apoiada com os joelhos na parede, me masturbando com olhos fixos em meu voyeur, o rosto apoiado na vidraça, e os peitos lambuzados molhavam o vidro fechado e aquecido pelo Sol, que queimava todo meu corpo nu. De um sobressalto me apoiei no parapeito baixo, com as pernas bambas gozei deliciosamente, lambuzada de suor e tesão, derretendo mole de volta à cama macia, acariciando levemente meu sexo exausto e quente, e meus mamilos macios, cansados e saciados.

By Carlão Brando