dimanche, juillet 30, 2006

Sex In the Cuba
Naquela noite, meu bem
Você estava como nunca,
Tão lindo que os meus olhos
Não conseguiam desviar de você;
Nos perdemos na história que eu havia imaginado;
Perfeitamente;
E quando dei por mim,
Já estava em sua cama;
De quatro no quarto;
Sentia-me leve enquanto rebolava em você;
Meu corpo pedia o seu desesperadamente enquanto você penetrava em mim;
Você faz isso tão bem!
Foram gemidos, sussurros e tapas que me excitavam,
Assim como nossa imagem refletida no espelho;
De nada posso esquecer
Tenho tudo guardado em minha mente
Para os dias quentes de solidão sufocante em Havana
Meus dedos sempre tocam frenéticos
Disparando meu coração
Umedecendo as paredes do meu sexo
Trazendo a volúpia apenas pra relaxar a tensão
Sobre sexo, Cuba, álcool, tabaco,
E todo o amor que não existe entre nós dois...

lundi, juillet 24, 2006

Obsessions in my head again

Queria mesmo não querer-te.
Dói muito.

samedi, juillet 22, 2006

Para uma dor crônica, analgésico.
O armário está cheio;
Pra cada peça, uma história;
A qualquer hora minha cabeça vai fundir;
Gostaria de escrever sobre outros assuntos;
Gostaria de ser melhor pra você;
Mas não tem jeito, não consigo;
Meus amigos se espantam
Sou outra pessoa ao seu lado;
E você acha apenas que sou chata;
Maresia que me irrita;
Se ao menos encontrasse uma saída;
Seria a hora certa de sair de cena?
Isso me assusta, me desespera;
Então recorro a você minha droga favorita;
Meu jogo de azar;
E no meio de tantas bostas;
Faço muito mais do que imagina;
Ele diz coisas sobre ela que me deixa com ódio;
Paciência babe;
O mundo não gira em torno do seu umbigo;
Como dizem por ai:
A fila nada.
E eu fico pra trás;
Vendo a vida passar e mudar.

jeudi, juillet 20, 2006

love me love me
say that you love me
fool me fool me
go on and fool me

lundi, juillet 17, 2006










Aberta a porta da paixão louca;

Tudo em veludo vermelho;
Não pense estar tudo bem;
Sinto querido, que estou a beira do abismo.

vendredi, juillet 14, 2006

O RETORNO A TERRA DO NUNCA

363 Dias de Sodoma
Por temer a dor do possível amor,
Não fora beijos roubados e molhados,
Nem olhares descaradamente apaixonados lançados;
Controlando gestos indomáveis e poupando palavras que tentavam sair á francesa;
Ela dizia:
- Isso é uma loucura!
Mas, o monitoramento era constante;
Os dias se passaram,
E aqueles desejos momentâneos, muito mais que verdadeiros também;
Eles nunca mais voltarão, como naquela noite que você fez fria,
Se perderam no tempo que ninguém viu passar;
363 dias, aliada da angústia e dos "porquês";
Sonhando e sobrevivendo, sonhando e sobrevivendo.

jeudi, juillet 13, 2006